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O Feixe de varas

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O velho pai de família, já no fim da vida, quis dar uma lição para os filhos. E sabemos bem que as últimas palavras de uma pessoa, expressam sua maior preocupação, o que mais lhe importa. O velho pai, mandou buscar um feixe de varas, reuniu todos e disse:
– Vivam sempre unidos, porque a desunião enfraquece. Vejam este feixe de varas!
Pediu que o filho mais velho quebrasse o feixe. Por mais força que fizesse, só conseguiu vergar o feixe.
– Vamos então separar as varas, e quebrar uma por uma, disse o pai.
Entregou uma vara para cada filho. Foi aquela facilidade! Até o filho mais novo conseguiu quebrar. Então o velho arrematou:
 
– Estão vendo, meus filhos? Unidos, ninguém conseguirá vencê-los. Se porém vocês se apartarem por motivo de discórdia e egoísmo, qualquer adversidade os vencerá.
Por isso eu repito: Vivam unidos entre si e com Deus!
Nas entrelinhas, na sabedoria do velho pai, certamente queria dizer aos filhos:
Filhos! O mundo nos dias de hoje, tem cercas demais e pontes de menos. Cercas servem para separar, e as pontes para unir.
Rupturas, desentendimentos, incompreensões, ofensas tendem a se perpetuar entre irmãos, casais, comunidades, nações…
E com o passar dos anos, a separação aumenta e novas cercas são construídas. E muitas vezes essas rupturas se tornam definitivas. Fruto da inveja e do individualismo.
Santo Agostinho, foi filho assim como vocês. Andou por caminhos escuros e sombrios em sua juventude. Mas depois, Deus converteu seu coração e um dia ele disse que: “A inveja, é o terrível mal da alma, vírus da mente e fulminante corrosivo do coração, é invejar os dons de Deus que o irmão possui sentir-se desafortunado por causa da fortuna dos outros, atormentar-se com o êxito dos demais, cometer um crime no segredo do coração, entregando o espírito e os sentidos à tortura da ansiedade; destroçar-se com a própria fúria!”
É preciso que alguém tome a iniciativa de construir uma ponte.
Quem? Não importa quem é o culpado, quem começou a desavença.
A responsabilidade de construir a ponte é de todos.
A iniciativa depende só de você.
“Por isso eu repito: Vivam unidos entre si e com Deus”.
Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer “eu te amo” ao seu parceiro e aos seus entes queridos, mas acima de tudo, fazê-lo sinceramente.
Um beijo e um abraço podem curar uma ferida, quando se é dado com toda a alma. Dê-se tempo para amar e conversar, compartilhando suas mais preciosas ideias.