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Seu coração é como uma floresta

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Imagine seu coração como uma grande floresta, em que nesta floresta encontramos diversas árvores, de vários tamanhos, cores e espécies.
 
Algumas árvores são antigas, possuem raízes grandes e fortes, outras são novas, logo suas raízes são pequenas e frágeis.
 
Todas as árvores são os vínculos intrínsecos aos sentimentos que são criados durante nossa vida, por alguém, algo ou situação!
 
As árvores antigas, são os vínculos afetivos que temos, atrelados com os mais intensos sentimentos, seja de amor, raiva, apego. Já as árvores mais novas, são os vínculos que começamos há pouco tempo ou que não são tão intensos assim, porém também são nutridos de sentimentos e emoções. E temos as sementes, que são partes ainda singelas desta floresta e que começamos a alimentar na esperança/expectativa de gerarem frutos.
 
Na nossa vida, temos as árvores boas, que são aqueles vínculos que nos tornam a cada dia uma pessoa melhor, empática, que alimentam nossa autoestima, autoconfiança, generosidade, que nos incentivam à busca por nossos sonhos, que em certos momentos presencia invernos ou secas intensas, mas seus frutos por si só são recompensadores.
 
E temos as árvores ruins, que são os vínculos regados de negatividade, noção de apego, desmotivação, raiva, preconceitos, frustrações, ciúmes; que mesmo com primaveras e verões, os frutos nelas produzidos são inúteis à sua vida. Há casos que nem ao menos geram frutos, causando mais transtornos que alegrias.
 
Nossa função é saber discernir quais são as árvores que, de fato, geram frutos saudáveis à nossa vida e aquelas que não produzem ou que produzem frutos doentes!
 
Tirar as árvores ruins e negativas de nosso coração, dói e por isso requer coragem e determinação. Ter que tirar pela raiz uma árvore que há muito tempo (ou pouco tempo) ocupa um local em nossa floresta afetiva, causa desconforto e, principalmente, um sentimento de vazio. Mas é necessário!
 
Ao retirar essa árvore ruim, nos primeiros momentos, você sentirá um vazio, um sofrimento, pois esses sentimentos serão proporcionais à profundidade desse vínculo retirado; mas seu foco deve ser de manter a terra adubada, bem cuidada, para que novas sementes boas preencham esse vazio.
 
Manter vínculos que o adoecem, árvores que não dão frutos bons, por pura teimosia, comodidade, dependência emocional ou pelo medo de não ter outra árvore melhor é injusto com você mesmo.
 
Todos merecemos árvores frutíferas, que nos proporcionem alegrias, mas para que a tenhamos, temos que nos desapegar do que nos faz mal, estar dispostos a novas sementes, a novas tentativas.
 
Desertos e invernos são inevitáveis de serem passados, mas a partir deles é que podemos contemplar a magnitude e excelência das primaveras e verões e principalmente dos frutos maravilhosos que merecemos. Que tal vistoriar sua floresta?
 
Fonte: Yea Fang Vieira Chang